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Canon EOS 70D, 7D MKII e 700D a caminho?
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- Publicado em 29-05-2012
A Canon tem na manga a apresentação de uma nova DSLR da gama EOS em Junho, assim como, provavelmente, uma "sem espelho". E as 70D e 7D Mark II que reorganizam a gama. Rumores de Verão.
Em Junho a Canon deve ter uma nova reflex da sua lavra para anunciar. Trata-se da EOS 650D, que transfere a gama das centenas para o processador DIGIC 5, mantendo, muito provavelmente os 18 milhões de pixéis de sensor, para não ir adiante da EOS 70D que parece esboçar-se no ar para Setembro, a tempo da Photokina.
A suceder assim, significa que a Canon não está muito preocupada com a corrida a mais megapixéis que o marketing parece adorar, mantendo a fasquia dos 18 megapixéis ao longo de duas gerações de máquinas (EOS7, 60 e 600) e agora EOS 7D MKII, EOS 70 e EOS 650). Ou porventura uma EOS 700 D, para gerar toda uma ideia de continuidade nesta nova aposta de Verão.
Junho parece ser a data aprazada para o anúncio do novo modelo, que segundo os rumores disponíveis nos locais habituais vai ter 18MP (a confirmar o que penso), autofoco contínuo em LiveView e Vídeo, um ecrã de toque LCD (desde que possa ser desligado nada contra, ainda não entrei nessa fase...) e nove pontos AF, todos do tipo cruzado. Será uma EOS 700D? Faria sentido, mesmo que quebre a linha habitual nas centenas da Canon. Mas na verdade nunca ninguém viu uma EOS 55 ou EOS 65, portanto isto faria sentido.
Em Junho, com a nova EOS xxx, deve ser apresentada a "sem espelhos" da Canon, que provavelmente segue a lógica da Powershot G1 X, que mais não foi do que um ensaio para uma câmara Canon daquele segmento com objectivas intermutáveis. Estamos, claro, no reino das suposições e desejos.
Alinhada a equipa para Junho, será mais perto da Photokina que a nova EOS 7D será apresentada. E com ela uma EOS 70D. A cumprir-se o que muitos esperam da Canon agora, a marca vai devolver a gama das dezenas aos que a partir da EOS 50D ficaram sem progressão lógica, dado que a EOS 60D é uma espécie de "salada", sendo mais uma Super 600D que uuma verdadeira herdeira da EOS 50D. Temos, portanto, que coisas tão clássicas mas essenciais como o joystick traseiro e a roda de comandos vão voltar ao espaço de onde nunca deviam ter saído. Por favor, Canon...
A nova EOS 70D terá um sensor de 18MP também... porque parece que a nova EOS 7D Mark II (ou como lhe chamarem) também o vai ter. Mas será novo face ao usado na geração 7/60/600, mais perto do da EOS 1D X e da EOS 5D Mark III. Isso significa que a Canon não vai correr atrás de muitos pixéis, preferindo jogar com um sensor com pixéis q.b. para tudo e bons resultados a elevadas sensibilidades. Isto se todos estes rumores se confirmarem, claro.
A cumprir-se uma EOS 70D nova e ao jeito da verdadeira gama EOS xx, teremos Digic 5, 18MB, visor a 100% com a grelha de referência da EOS 7D, 19 pontos AF copiados da EOS 7D e a mesma capacidade de foco contínuo em fotografia e video.
Em simultâneo com a EOS 70D a Canon vai mostrar a EOS 7D Mark II, numa dobradinha que não é estreia na marca. E para a nova 7D os rumores dizem que terá um Dual DIGIC 5, visor a 100%, os 61 pontos AF da 5D Mark III tornando-a numa espécie de 5D Mark III para APS- C, o que faz todo o sentido. Quero uma já para levar, se faz favor... confesso a minha paixão pelo APS que na década de 90, se não fosse o avanço do digital, se teria tornado no formato popular por imposição dos fabricantes de filme. E por causa do preço da prata e o desperdício de emulsão na maioria das vezes. Algo que tendemos a esquecer hoje.
Se a Canon seguir esta - minha - linha de pensamento, colocará a EOS 7D Mark II num patamar distinto da gama das dezenas, permitindo mais espaço de diferenciação entre a EOS 70D e uma eventual EOS 650D/EOS 700D. Esse empurrão para cima da EOS 7D Mark II, com maior resistência do corpo, impressionante cadência de fotogramas por segundo (o que pode um Dual DIGIC 5 fazer em termos de velocidade num sensor APS-C?) e o AF da EOS 1D X , justificará uma subida de preço, que mesmo assim colocará a EOS 7D Mark II numa posição invejável, como sedutora proposta para fotógrafos de acção e vida selvagem que não ficam tolhidos com as diferenças de focais entre FF e APS-C. Ele ainda há quem fique.








































































