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Nikon: VR nas objectivas é melhor
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- Publicado em 14-07-2011
A Nikon veio afirmar que o sistema de estabilização de imagem das objectivas é melhor do que nas câmaras, explicando as razões para tal. Esta é uma disputa que se arasta desde que passaram a existir diferentes sistemas para reduzir os tremeliques dos fotógrafos. Claro que haverá sempre quem jure que o seu sistema é o melhor. Mas leia, para saber mais...
A "guerra" entre as vantagens do uso de estabilizadores de imagem em objectivas ou nas câmaras/sensores grassou desde que esse sistema anti-tremeliques se tornou popular. Quando somente a Canon, por anos, tinha objectivas estabilizadas - na gama IS, profissional, primeiro, depois alargando-se aos modelos destinados ao grande público - a discussão nem sequer se colocava. Era assim e pronto.
Com a disseminação de diferentes sistemas, já depois de a Nikon ter integrado um sistema, o VR, nas suas ópticas, surgiram opções integradas nas câmaras, que os respectivos fabricantes alegaram serem melhores e tornarem mais barata a produção de objectivas, usando isso para sugerir, em alguns casos, que Canon e Nikon continuavam a defender o sistema porque assim podiam pedir mais dinheiro pelas objectivas.
Parece, sabe-se, que não é bem assim. E que em ópticas de maior cobertura focal um estabilizador integrado resulta melhor. Agora a Nikon vem reafirmar o que se tem dito, e explica aspectos práticos, que todos entenderão, para essa supremacia.
Segundo o artigo da Nikon o estabilizador na objectiva permite ter uma imagem no visor estabilizada, o que ajuda a enquadrar de forma eficaz o tema fotografado. Efectivamente esse é, para quem já experimentou, um dos pontos altos dos sistemas IS e VR. A imagem que se vê na ocular do visor está estática e não aos saltos, como sucede com sistemas que usam o sensor na câmara. Se quer saber do que falo pegue numa grande objectiva com IS ou VR, foque um motivo com o sistema activado e depois desactive-o e veja se consegue ter a imagem parada no mesmo ponto tão facilmente..
O segundo aspecto a ter em consideração é a diferente estabilização para cada objectiva. A integração do estabilizador no conjunto óptico permite uma sintonia que não existe num sistema "one size fits all". E como a imagem é imediatamente "congelada", torna-se possível, adianta a Nikon, acelerar o processo de focagem e telemetria, E por último a marca defende que existem padrões diferentes de desfocagem consoante as objectivas em uso, o que nos leva ao ponto de partida: o ajuste por objectiva é mais rigoroso do que num sistema montado na câmara.
Pronto. Agora já sabe. E se os dois gigantes do mercado continuam a teimar em soluções deste tipo, talvez tenham alguma razão.








































































